Delegação brasileira faz bonito e conquista onze medalhas no Pan-Americano de MTB na Colômbia.

Silivinho Amorim campeão pan-americano de mtb
Silvio Amorim Bicampeão Pan-Americano de MTB na Master – Foto: Arquivo Pessoal

O Campeonato Pan-Americano de Mountain Bike 2017 foi marcado por fortes disputas nas cidades de Paipa e Boyacá, na Colômbia. Enfrentando uma grande altitude a delegação brasileira encerra sua participação no Pan da Colômbia com a sensação de dever cumprido. Ao longo de cinco dias de competições o Brasil conquistou 11 medalhas e terminou como a 2ª melhor nação na classificação geral. A vitória ficou com a Colômbia e o 3º lugar com a Argentina.

Na quarta-feira (29) foi inaugurado o evento e realizada a prova de MTB XCR (Team Relay). A equipe brasileira conquistou a sexta posição com Bruno Lemes (Sub-23), Karen Olimpio (Sub-23), Lucas Sirio (Junior), Larissa Cristina (Sub-23) e Guilherme Muller (Junior). Já na quinta, os brasileiros disputaram a prova de MTB Eliminator, alcançando a grande final com a revelação Bruna Saalfeld, que conquistou a quinta colocação.

As medalhas começaram a chegar nas provas da categoria máster. Competindo na Master B1, Silvio Neves de Amorim (Silvinho Amorim) fez bonito e conquistou a medalha de ouro. Kilder Melo ficou com a prata na Master A2 e Pablo Maur faturou o bronze na Master C1. Na Master C2 o destaque brasileiro foi Ricardo Machado, que finalizou a prova na quarta posição.

Henirque Avancini Prata no Pan de MTBNão esperava chegar tão bem fisicamente, considerando que eu estava competindo em uma prova de oito etapas a uma semana atrás. Mas consegui me adaptar bem a altitulde de 2600 metros, fiz uma boa prova, mesmo faltando lucidez em determinados momentos, que acabaram acarretando em dois tombos (3ª e 4ª voltas) consegui me recuperar e chegar bem fisicamente para disputar a medalha de prata com o Cocuzzi, que também fez uma excelente prova. Agradeço de coração a torcida de todos e apesar de não conseguir conquistar o ouro podem ter certeza que fiz o meu melhor”
Henrique Avancini

Na elite masculina, Henrique Avancini repetiu o resultado de 2016 e ficou com a prata; Luiz Henrique Cocuzzi foi medalha de bronze. A vitória foi do argentino Catriel Soto, que defendeu o título e é bicampeão, com o tempo de 1h16min. Avancini chegou a 33 segundos e Cocuzzi a 54 segundos. Guilherme Muller e Rubinho Valeriano, companheiros de equipe de Mario Couto, conseguiram 15º e o 16º lugares, respectivamente. Mario Veríssimo foi o 21º e Sherman Trezza, o 23º. Na prova feminina, Raiza Goulão largou na segunda colocação e brigou pela liderança boa parte do percurso, mas a partir da terceira volta acabou sofrendo com problemas estomacais e foi perdendo posições, terminando na 5ª colocação. O ouro foi para a norte-americana Erin Huck, a prata para Daniela Campuzano (México) e o bronze para Agustina Apaza (Argentina).

No downhill, o catarinense Lucas Borba terminou a prova entre os top 30, com a 29ª colocação.

Rubinho ValerianoPude treinar no circuito algumas vezes. A pista é muito veloz e técnica, exigindo demais da pilotagem do ciclista, como por exemplo, saber a hora de acelerar, reduzir marcha e frear, travar ou soltar suspensão. Adaptar-se aos efeitos da altitude e decorar bem o traçado são aspectos fundamentais na busca por um bom resultado”
Rubinho Valeriano

 

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Fonte

Assessoria de Comunicação Confederação Brasileira de Ciclismo,
Assessoria de Comunicação Shimano – ZDL Comunicação

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